quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Gran finale
Postado por Diego Felizola às 22:00 4 comentários
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Teste de nivelamento
Estávamos todos reunidos na casa dos meus avós. Meu tio que mora em Salvador estava aqui também, o que implica alguma data comemorativa, só não recordo qual. Esperávamos esse mesmo tio voltar do aeroporto com o filho para que pudéssemos começar a almoçar. Assim que ele chegou, nos espalhamos pela mesa, móveis e sofá para comer. Quem almoça em casa de vó no final de semana sabe bem como é: nunca falta comida, mas só os mais velhos e os mais rápidos têm bons lugares para comer.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Vestibular

Postado por Diego Felizola às 14:48 3 comentários
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sábado, 19 de novembro de 2011
Novos blogs
Postado por Diego Felizola às 21:01 3 comentários
domingo, 30 de outubro de 2011
Engenharia como nunca civil (4)
Postado por Diego Felizola às 12:27 2 comentários
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sábado, 22 de outubro de 2011
Apenas mais uma de amor (14)
Chegou em casa tão apressado que nem viu o homem sentado na calçada. Há dias estava fora de casa, mas terminara o serviço mais cedo e decidira fazer uma surpresa para a esposa. Tocou a campainha uma, duas, três vezes e nada. Ela deveria estar em casa. Tinha mandado uma mensagem horas antes avisando que tinha organizado um sarau em casa. Ele ficara bastante feliz ao saber que ela finalmente começara a se interessar por livros. Foi só após a quarta tentativa que notou a presença daquele estranho:
Postado por Diego Felizola às 12:29 5 comentários
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domingo, 9 de outubro de 2011
OHM
Postado por Diego Felizola às 23:12 5 comentários
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Tempos de escola - Coordenação
Durante toda a minha vida escolar, aproveitei bastante o dinheiro dos meus pais. Utilizei todos os serviços que a escola poderia me oferecer, dentro e fora do horário de funcionamento. Da sala de aula à enfermaria, que na época era apenas uma caixa enorme com uma tesoura e um punhado de gases, passando pela quadra, piscina, sala de informática (vulga lan house), sala de artes, biblioteca, secretaria, coordenação e diretoria, com ênfase nesses dois últimos.
A profissão de coordenador é a de engenheiro e a de mestre-de-obras da área de humanas. É ele que tem que interagir com os alunos e resolver os problemas deles. Como se não bastasse o fato de não se ter reconhecimento, estudante não é raça que preste. Faz amizade, mas na hora de fazer besteira não lembra que além de amigo, existe ali um profissional ao qual ele deve ser submisso. Bati muita boca com as coordenadoras até o ensino médio, às vezes com razão e às vezes sem, mas tudo isso acabou no 2º ano com a chegada de Lívia.
Ela é do tipo de pessoa que tenta ser amiguinha de todo mundo distribuindo sorrisos, mas que pelas costas só te passa rasteira. Era uma agente infiltrada pra acabar com a nossa alegria. Todos os dias ela ficava na portaria dando bom dia para os alunos, fato que sempre me fez crer que a tinham contrado para a função errada. Por educação, a gente respondia pra que ela se sentisse útil ali. Entretanto, as pessoas não têm a mesma paciência. Algumas têm mais, outras menos e outras simplesmente não têm. Esse último caso era o do Alexandre.
Todos os dias ela o cumprimentava assim que ele chegava e duas coisas aconteciam, ou ele passava direto ou dava uma resposta nela. Era sempre a mesma coisa:
- Bom dia, Alexandre!
- Só se for pra você.
O pior é que ela não desistia ou reclamava, mas, um dia, a paciência dela se esgotou com ele:
- Bom dia, Alexandre...Alexandre, eu disse bom dia, deixe de ser mal-educado e responda.
- Minha amiga, mal-educado eu vou ser no dia que te responder.
Sabem aquele ditado que diz que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura? Foi desse dia em diante que eu percebi que existem pedras que é melhor você deixar virgem.
Postado por Diego Felizola às 22:47 5 comentários
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Provérbios
Seja um irmão mais novo tendo que te ensinar a usar alguma coisa ou um sobrinho que não conhece nenhum dos desenhos que você pergunta se ele gosta, existem coisas na vida de gente que nos dão sinais de que estamos envelhecendo. É a sabedoria que aumenta, as experiências que se acumulam e os provérbios que se alteram.
Não podemos mais dizer que quem tem pressa come cru porque na verdade a pessoa vai no fast-food que a comida já tá lá esperando por ela. Também não se pode mais falar aos quatro ventos que, pela noite, todos os gatos são pardos, sem que alguém te diga que metade deles deveria ser negro pelo fato deles terem sido marginalizados na Idade Média. Os ditados populares tiveram que mudar. Se adaptaram aos novos tempos e às novas gerações para sobreviver. Entretanto, durante essa transição, a essência foi perdida.
O que antes era usadado como conselho ou frase de efeito, agora serve apenas para fazer graça entre os mais novos. Hoje, quem ri por último é retardado ou não entendeu a piada, mas há um tempo atrás, era quem ria melhor. O rei na terra de cego agora é só um caolho qualquer, nem tudo que reluz é lantejoula e a união faz açúcar e barras de ceral.
São outros os tempos e os ditos populares, mas isso não significa, necessariamente, uma coisa ruim. Vai ver que, há algumas décadas atrás, outra pessoa já tenha notado essas mudanças e se sentido antiquado. Fato é que nada disso pode e nem deve ser freado, pois, mudam-se os tempos, mudam se as vontades. O melhor agora, já que não podemos vencê-los, é nos juntarmos à eles.
*P.S.:Visitem o Xique Xique Blog e confiram o post que fiz lá e esqueci de avisar aqui.
Postado por Diego Felizola às 22:21 9 comentários
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Divórcio
Foram quase quatro anos juntos. Dois de namoro, um de noivado e um último casados. Praticamente meia década de alegrias. O começo meio conturbado nunca impedira que o amor prosperasse. Entretanto, estavam ali agora tendo que passar por mais um dia de negociações. O que antes os unia agora os separava cada vez mais. Cada encontro era marcado por acusações e xingamentos. De diferente, apenas as roupas dos presentes. Ela querendo levar tudo, ele querendo que ela levasse o mínimo possível. Levaram o caso ao tribunal, que o juiz decidisse o que achasse melhor.
Muito do que ela pedia era de antes mesmo dele sequer pensar em encontrá-la. Um absurdo, ninguém em sã consciência deveria dar ouvidos ao que a louca falava. Que ficasse com todas as porcarias que haviam construído e criado juntos. Tudo sempre fora mais dela do que dele mesmo, apenas metia o dedo onde era autorizado, mesmo assim, ela sempre ia lá e fazia do jeito dela. Mas não, para ela isso ainda era pouco. Queria tudo. Para ela, o casamento acabara justamente pelas coisas que estavam lá desde antes dela chegar.
Tudo que ele havia conquistado depois fora por causa dela. Um ingrato, isso sim. Se não tivesse aparecido na vida dele, nada teria mudado. Portanto, eles podiam até ter entrado nessa juntos, mas o primeiro passo e a ideia eram dela. Além disso, por mais que fosse verdade que ele já tinha bastante coisa quando começaram, ele mesmo decidira dividir tudo com ela quando começaram a namorar. Ela não só tinha as senhas mais importantes como também um contrato assinado por ele e reconhecido em cartório. Para azar dele, o documento era autêntico. Não lembrara dele antes porque assinara da mesma forma que casara: sem pensar.
Twitter, Orkut, Facebook, Google+, Myspace e Msn. Todas as contas conjuntas e mais as que ele mantinha da época de solteiro seriam dela. Não imaginara que ela um dia pediria o divórcio e muito menos que levaria tudo. O mais doloroso foi ela não ter tido nem um pouco de piedade ou compaixão. Teria que recomeçar sua plantação no colheta feliz, pois, até os fakes, que ele usava para jogar escondido, ela decidiu levar.
Postado por Diego Felizola às 23:23 5 comentários
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