Mês passado foi dia dos namorados e nada de diferente apareceu aqui no blog, mas algo inusitado ocorreu no dia. Algo um tanto vergonhoso para mim, divertido para as crianças, diferente para os que ali estavam e especial para a minha namorada. Produziu efeitos diferentes em cada um dos que, de alguma forma, acabaram se envolvendo e, com toda certeza, ficará marcado na memória de muita gente.
Meu presente do dia dos namorados poderia ser considerado normal se fosse dado por outra pessoa, mas não por mim. Pela primeira vez, depois de vários namoros, iria dar e usar um anel de compromisso. Como esse seria um momento histórico na minha vida, resolvi que não deveria simplesmente me ajoelhar ou entregar assim, sem mais nem menos. Bolei todo um plano, liguei para várias pessoas e procurei muitas lojas. Tudo em segredo, sem deixar pistas. Estava tudo planejado e quase tudo pronto quando recebi uma notícia que mudaria muita coisa.
O aniversário do primo dela ia ser no domingo, dia dos namorados. Lá eu iria fazer uma surpresa para ela, mas o aniversário foi adiado porque disseram que comemorar antes dava azar. Azar pra mim,né?! Na mesma hora, bolei um outro plano que, no começo, pareceu impossível. A autorização que precisava do shopping me foi negada, regras da empresa. Para a minha sorte, Aracaju é uma cidade relativamente pequena e funciona na base do cqc: conhecer quem conheça. Com apenas uma ligação, superei o último obstáculo. Agora era só correr pro abraço. Literalmente.
Quem passou pela praça de alimentação nova do Shopping Jardins no dia 12/06/2011 deu de cara com uma pessoa fantasiada de coelho. Esse coelho era eu. É, coelho. Nada a ver com o dia dos namorados, mas era isso, a Hello Kity ou a Moranguinho. Fiquei na frente da lojinha de balas, assim, pensariam que eu trabalhava lá. Durante duas horas, fiquei dentro de uma fantasia que mais parecia uma estufa. Dancei e brinquei com quem passava, coloquei crianças no colo e tirei fotos, distribuí beijos e abraços, minha namorada passou por mim duas vezes e não me reconheceu. Me diverti e aproveitei todo o conforto que o anonimato me proporcionava.
Foi quando vi minha namorada e os meus cúmplices sentados, que peguei o bouquê que estava escondido e a caixa do anel e fui pulando e dançando até onde eles estavam, me ajoelhei, tirei a cabeça da fantasia e entreguei os presentes. Enquanto a praça de alimentação inteira batia palmas, filmava e tirava fotos, e ela resolvia se sorria ou chorava, perguntei se estava disposta a me aturar pro resto da vida. E não é que ela aceitou?
Algumas pessoas vieram nos dar parabéns e nos desejar felicidade, uma mulher me perguntou se "o coelhinho não tinha rabinho por que já tinham comido", uma adolescente bateu no namorado por não ter recebido o mesmo presente, as crianças não queriam mais saber de mim e a minha namorada queria me agarrar e não soltar nunca mais. Depois de tudo o que passei, ali sentado, olhando todas aquelas pessoas, todos aqueles casais, imaginei todas as histórias que ali se encontravam e depois em todas as histórias que se espalhavam pelo planeta naquele momento. Concluí que boa parte delas não seria contada no ano que vem pelos mais variados motivos. Desejei que a minha não fosse uma delas e sorri.
sábado, 30 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Engenharia como nunca civil (3)
Apesar de não entender muito bem a forma como as matérias da parte de desenho são dispostas, a aula de desenho arquitetônico foi das melhores desse período. Durante duas horas inteiras, o professor ficava sentado lá na frente enquanto a gente se virava projetando, desenhar é coisa de arquiteto e designer. Como não tinha aula propriamente dita, éramos livres para fazermos o que quiséssemos. Podiamos até mesmo conversar como se estivéssemos na mesa do bar. Se o professor não se incomodava, quem iria reclamar?
Em uma dessas aulas, um colega estava parado olhando para o seu projeto com um olhar pensativo. Então, começou a girar em torno da prancheta pensando no que iria fazer. O amigo dele, que estava na prancheta ao lado, não aguentou e foi até ele para saber o que estava acontecendo:
- Ei fófis, que é que você tanto pensa?
- Rapaz...Essa porta aqui do banheiro.
- Que é que tem ela?
- Na hora que ela abrir, vai bater na pia.
- Oxem, mermão, diminua ela então.
- Aí eu não vou passar na porta.
- E por que você não coloca uma porta de correr?
- Euuu, vai que eu não alcanço ela depois...
Em uma dessas aulas, um colega estava parado olhando para o seu projeto com um olhar pensativo. Então, começou a girar em torno da prancheta pensando no que iria fazer. O amigo dele, que estava na prancheta ao lado, não aguentou e foi até ele para saber o que estava acontecendo:
- Ei fófis, que é que você tanto pensa?
- Rapaz...Essa porta aqui do banheiro.
- Que é que tem ela?
- Na hora que ela abrir, vai bater na pia.
- Oxem, mermão, diminua ela então.
- Aí eu não vou passar na porta.
- E por que você não coloca uma porta de correr?
- Euuu, vai que eu não alcanço ela depois...
terça-feira, 12 de julho de 2011
Apenas mais uma de amor (12)
Se fôssemos perguntar de porta em porta qual a coisa mais importante para um relacionamento, tenho certeza que a resposta mais escutada seria amor. Filmes, novelas, livros, em todos os lugares em que há romance, o amor nunca é esquecido. Seu espaço estará sempre guardado nos discursos de casamento e nas cartas dos enamorados. Sem ele, casais não se uniriam para formar uma família. É bem verdade que ele é um sentimento poderoso e universal, mas existe um que é mais forte e mais importante. Um que depende mais da pessoa que está com você, do que de você: a admiração.
O mundo está cheio de amores mal resolvidos. Casais que se separam, mas que ainda se amam. Por mais forte que esse amor ainda seja, eles não voltam atrás porque não sentem mais admiração um pelo outro. Ao contrário do amor, que demora pra nascer, porém demora a ser esquecido, a admiração surge tão rápida quanto desaparece. Sem ela, some a vontade de continuar lutando para que tudo que existe naquele relacionamento continue existindo. O problema é que isso não depende de você.
É possível amar uma pessoa sem que ela te dê motivos. O jeito dela, as qualidades, defeitos, características, personalidade, podem te atrair mesmo que essa pessoa não tenha essa intenção. Depende de você, vê-la ou não com outros olhos. Mas admirar é diferente, você precisa que ela faça alguma coisa, por menor que seja, para que algo dentro de você acorde, porém, basta ela fazer o oposto para que o sentimento volte a dormir dentro de você.
São promessas quebradas, atitudes contraditórias, traições descobertas e datas esquecidas. Tudo isso pode causar feridas que são saradas pelo amor, mas uma vez que fica uma cicatriz no lugar, as coisas podem nunca mais voltar a ser como eram. E aí, não existe amor no mundo que mantenha esse casal unido.
O mundo está cheio de amores mal resolvidos. Casais que se separam, mas que ainda se amam. Por mais forte que esse amor ainda seja, eles não voltam atrás porque não sentem mais admiração um pelo outro. Ao contrário do amor, que demora pra nascer, porém demora a ser esquecido, a admiração surge tão rápida quanto desaparece. Sem ela, some a vontade de continuar lutando para que tudo que existe naquele relacionamento continue existindo. O problema é que isso não depende de você.
É possível amar uma pessoa sem que ela te dê motivos. O jeito dela, as qualidades, defeitos, características, personalidade, podem te atrair mesmo que essa pessoa não tenha essa intenção. Depende de você, vê-la ou não com outros olhos. Mas admirar é diferente, você precisa que ela faça alguma coisa, por menor que seja, para que algo dentro de você acorde, porém, basta ela fazer o oposto para que o sentimento volte a dormir dentro de você.
São promessas quebradas, atitudes contraditórias, traições descobertas e datas esquecidas. Tudo isso pode causar feridas que são saradas pelo amor, mas uma vez que fica uma cicatriz no lugar, as coisas podem nunca mais voltar a ser como eram. E aí, não existe amor no mundo que mantenha esse casal unido.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Engenharia como nunca civil (2)
Existem matérias em todos os cursos que os alunos, às vezes os próprios professores, não entendem bem a função delas na formação ou a razão para serem do jeito que são. Por exemplo, para vários engenharias, cálculo 1, 2 e 3 poderia ser uma única matéria: cálculo de áreas e volumes. As várias físicas e os seus laboratórios poderiam ter exemplos práticos para um engenheiro civil, e assim por diante. Enfim, são coisas que não serão alteradas somente porque desejo que o curso seja mais fácil. Porém, existem quatro matérias que realmente não entendo o funcionamento: expressão gráfica 1, desenho geométrico, expressão gráfica 2 e desenho arquitetônico.
Para as duas primeiras, tive que comprar a mais variada gama de materiais de desenho. Sempre vestindo a camisa do meu curso pra atendente não achar que eu fazia arquitetura. Aprendi a representar pontos, retas e planos em uma e a como desenhar sem a ajuda dos instrumentos na outra. Isso mesmo, você leu certo. Comprei todas aquelas tranqueiras para logo depois aprender a como me virar sem elas. Sem falar que ninguém representa ponto por ponto em um desenho e muito menos precisa saber qual é o tipo de reta que tá colocando na planta. No dia em que pararem de fabricar transferidores, compasso e escalímetro, e os clientes começarem a exigir números mínimos de retas oblíquas nos projetos das suas casas, elas serão úteis.
Como nem tudo no curso não tem sentido, eis que surgiu expressão gráfica 2 para colocar um pouco de senso nas matérias de desenho. Existe um programa, o qual só descobri na faculdade, que faz todo o desenho para você, contanto que você saiba manuseá-lo. Você não precisa daquela tralha em cima da mesa, nem se preocupar em borrar a folha, nem com a precisão do projeto, apenas em ter o programa no computador e saber utilizá-lo. Para mim, foi uma das maiores invenções do século. Uma verdadeira evolução. Aí veio desenho arquitetônico e ferrou tudo isso.
A gente aprende a desenhar de forma mais eficaz e mais eficiente para logo em seguida voltarmos a pré-história. Arquitetônico é igual a expressão 2, mas com lápis, papel e borracha. O motivo pra isso é: "Como você vai desenhar se não tiver um computador?". Essa é a pior desculpa possível. Talvez em 1990 ela fizesse sentido, mas agora não. Desenhar na mão um projeto, consome muito tempo. Tempo esse suficiente para arranjar um notebook e instalar o programa. Mas não, o professor tinha que ser arquiteto e inventar moda. Agora fico eu desenhando no feriado uma coisa que já poderia ter acabado no começo do semestre. Só engenheiro sabe a dor de cabeça que um arquiteto causa.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Trem da engenharia
Paródia feita em um momento pré-desespero enquanto estudávamos, mas que é a realidade da maioria dos alunos que pegam essa matéria:
Não posso estudar nem mais um minuto sem você
Sinto muito, professor, mas integral não pode ter
Como lá no RESUN,
Se eu perder R1
Nesse período agora,
Só no semestre que vem.
Sinto muito, professor, mas integral não pode ter
Como lá no RESUN,
Se eu perder R1
Nesse período agora,
Só no semestre que vem.
Além disso, professor,
Tem outra coisa,
Minha mãe não vai gostar
Se eu reprovar.
Tem outra coisa,
Minha mãe não vai gostar
Se eu reprovar.
R1 não é a única,
Tenho outras para estudar.
E eu não posso estudar.
Tenho outras para estudar.
E eu não posso estudar.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Ditadura militar
Quem nós somos já não importa, nem o quando e nem o onde. O que importa é que nos tiraram a identidade. Somos apenas mais uma das mazelas julgada pela sociedade. Em torno de nós um mito foi criado. Fomos julgados um bando de qualquer, desajustados, apenas mais um punhado de rebeldes sem causa.
Cada um de nós é um número, uma simples sequência pela qual nos reconhecem. Como se não bastasse as nossas identidades, tiraram também o nosso direito de lutar. Não podemos aceitar. Não, não. Pequeno exército revolucionário formado pelos exilados. Réus condenados sem julgamento. Não, não. Munidos do verbo, lutando para vencer o sistema. Ordem, progresso e prisão.
Filhos da Sociedade, criados por Ninguém. E retorna o filho pródigo, mas sua Mãe não o aceita de volta. Discórdia. Acha que cada um de nós é apenas mais um “Meu Guri” à espera do destino. Um destino único e comum a todos, mas com caminhos diferentes, impostos por ela. Queremos ter a opção de mudar de direção ao invés de continuarmos seguindo rumo a nossa morte certa e sofrida.
Se somos todos iguais, se somos todos irmãos, por que só os militares tomam conta da nação?
Cada um de nós é um número, uma simples sequência pela qual nos reconhecem. Como se não bastasse as nossas identidades, tiraram também o nosso direito de lutar. Não podemos aceitar. Não, não. Pequeno exército revolucionário formado pelos exilados. Réus condenados sem julgamento. Não, não. Munidos do verbo, lutando para vencer o sistema. Ordem, progresso e prisão.
Filhos da Sociedade, criados por Ninguém. E retorna o filho pródigo, mas sua Mãe não o aceita de volta. Discórdia. Acha que cada um de nós é apenas mais um “Meu Guri” à espera do destino. Um destino único e comum a todos, mas com caminhos diferentes, impostos por ela. Queremos ter a opção de mudar de direção ao invés de continuarmos seguindo rumo a nossa morte certa e sofrida.
Se somos todos iguais, se somos todos irmãos, por que só os militares tomam conta da nação?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Tipos de aluno - O calouro
Sempre pensei na diferença entre universidade e colégio como a relação entre a floresta amazônica e a mata atlântica: ambas são florestas tropicais, mas a biodiversidade que aquela apresenta é maior. Por mais que você encontre os mesmos elementos, alunos, professores e salas, só depois de aprovado no vestibular é que você perceberá a variedade de pessoas e lugares existentes. Depois que você conhece tudo isso, mesmo assim você ainda se sente perdido. Parece o mesmo lugar, mas as coisas mudaram. Até você se acostumar, parabéns, você será um calouro.
Ninguém quer ser calouro, mas acontece. É uma fase de transição na qual se aprende como as coisas funcionam de verdade. Mesmo que você passe anos lá dentro, você ainda poderá ser um. Depende das atitudes e decisões que você toma. Para começar, esqueça tudo o que você aprendeu na escola, eles mentiram para você. Não te prepararam para a universidade, apenas para o vestibular.
O que odeio neles é esse pensamento deturpado, oriundo da lavagem cerebral causada pelo vestibular. Todo calouro acha que é ele quem faz as notas e que os livros e exercícios são as únicas ferramentas que o ajudarão a fechar a prova. Isso não existe na faculdade. Será que eles nunca receberam a maldita corrente das "Coisas que aprendi na faculdade"? Sem falar que por conta dessa mentalidade, os veteranos que pegam matérias com eles sofrem junto. Isso porque calouro tem a mania de querer fazer tudo perfeitinho e de querer agradar. Se o professor falar que só vai dar aula se vier alguém, pode ter certeza que eles estarão lá e você ficará como o vagabundo da história.
Depois ainda ficam querendo saber o motivo de serem tão melados no dia do trote.
Ninguém quer ser calouro, mas acontece. É uma fase de transição na qual se aprende como as coisas funcionam de verdade. Mesmo que você passe anos lá dentro, você ainda poderá ser um. Depende das atitudes e decisões que você toma. Para começar, esqueça tudo o que você aprendeu na escola, eles mentiram para você. Não te prepararam para a universidade, apenas para o vestibular.
O que odeio neles é esse pensamento deturpado, oriundo da lavagem cerebral causada pelo vestibular. Todo calouro acha que é ele quem faz as notas e que os livros e exercícios são as únicas ferramentas que o ajudarão a fechar a prova. Isso não existe na faculdade. Será que eles nunca receberam a maldita corrente das "Coisas que aprendi na faculdade"? Sem falar que por conta dessa mentalidade, os veteranos que pegam matérias com eles sofrem junto. Isso porque calouro tem a mania de querer fazer tudo perfeitinho e de querer agradar. Se o professor falar que só vai dar aula se vier alguém, pode ter certeza que eles estarão lá e você ficará como o vagabundo da história.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Pensamentos diários (2)
- Seja esperto: na hora de escolher entre uma bicicleta e um irmão, fique com a bicicleta e peça um primo.
- Uma produtora brasileira transformará em filme um livro da Zibia Gasparetto. "Ninguém é de ninguém" foi comprado pela Brasileirinhas. Uma orgia espiritual.
- O que você faz nas calouradas e festas da faculdade, ecoam no seu vídeo de formatura.
- As pessoas não querem saber quem morreu, apenas se a data vai virar feriado.
- Perceba: em açougues, leilões, e churrascarias, sempre tem um ser que você não sabe se é gente ou boi.
- O Bolsonaro foi condenado por julgas as opções dos outros pela opinião pública que, por sua vez, julgou as opções dele.
- A união de uma turma é inversamente proporcional ao tempo de curso elevado ao número de colegas que perderam matéria.
- Estagiários são como programas da Microsoft: identifica um problema que ele causou, diz que ele mesmo vai resolver e volta logo em seguida dizendo que é melhor chamar um especialista.
- Não conseguir dançar é o de menos quando se tem dois pés esquerdos. Ruim mesmo deve ser o dobro de azar todos os dias.
- Faculdade é que nem sexo: não é porque você tem conhecimento teórico que será bom na prática.
- Uma produtora brasileira transformará em filme um livro da Zibia Gasparetto. "Ninguém é de ninguém" foi comprado pela Brasileirinhas. Uma orgia espiritual.
- O que você faz nas calouradas e festas da faculdade, ecoam no seu vídeo de formatura.
- As pessoas não querem saber quem morreu, apenas se a data vai virar feriado.
- Perceba: em açougues, leilões, e churrascarias, sempre tem um ser que você não sabe se é gente ou boi.
- O Bolsonaro foi condenado por julgas as opções dos outros pela opinião pública que, por sua vez, julgou as opções dele.
- A união de uma turma é inversamente proporcional ao tempo de curso elevado ao número de colegas que perderam matéria.
- Estagiários são como programas da Microsoft: identifica um problema que ele causou, diz que ele mesmo vai resolver e volta logo em seguida dizendo que é melhor chamar um especialista.
- Não conseguir dançar é o de menos quando se tem dois pés esquerdos. Ruim mesmo deve ser o dobro de azar todos os dias.
- Faculdade é que nem sexo: não é porque você tem conhecimento teórico que será bom na prática.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Conhecimento: agradeça por ter
Pela falta de tempo, dois comentários apenas:
- Com o Lula me consertando, eu preferia comer as mamonas e me matar.
- Álcool também não é bom beber, mas vê se ele cospe.
Assinar:
Postagens (Atom)